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Você já reparou como todos os dias produzimos lixo, que poderia virar uma máscara, um instrumento musical ou uma fantasia, por exemplo? Quando acordamos, usamos desde pasta de dente até o vidro de perfume. No café-da-manhã, tem a caixa do leite, o coador de papel, as cascas de frutas...
Todos os dias, nesse mundo apressado, as pessoas usam
cada vez mais produtos descartáveis - que duram pouco
e são jogados fora - para ganhar tempo e diminuir o
trabalho de limpar ou reaproveitar. Agindo dessa
maneira, produzimos montanhas de lixo, sujando
nossa rua, bairro e cidade, sem contar os
insetos e animais que o lixo atrai, trazendo
doenças. Apenas três palavras resumem
o que temos que fazer a partir de hoje e
agora: REDUZIR, REUTILIZAR e RECICLAR.
Veja a seguir como você pode saber mais
sobre o lixo para tornar nossa Terra
mais limpa, bonita e gostosa de viver -
agora e no futuro.
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Lixo pode ser todo e qualquer material sólido que sobra das atividades humanas e, do nosso ponto de vista, perdeu a utilidade, o valor, ou não queremos mais usar nem guardar.
Nossa sociedade dá valor a estoques, quantidades e a "novidades", gerando o descarte cada vez mais rápido e desvalorizando a habilidade de adaptar, reformar, aproveitar ou recuperar.
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Residencial: gerado nas residências, são restos de alimentos, papéis, plásticos, vidros, metais etc.
Comercial: vem dos estabelecimentos comerciais e de serviços, como bares, restaurantes, supermercados, bancos, lojas etc. É composto principalmente por matéria orgânica, papéis, plásticos, vidros, isopor e borracha.
Público: resultado da varrição de ruas, limpeza de bueiros, bocas-de-lobo, canais, terrenos baldios etc. É composto por terra, folhas, entulhos, detritos diversos, galhos etc.
Construção civil: gerado na construção, demolição e reforma de obras particulares, públicas, industriais e comerciais. É composto por restos de tijolos, cimento, terra, madeira, telhas etc.
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Quais são?
Serviços de saúde: gerado por hospitais, farmácias, ambulatórios médicos, clínicas veterinárias, institutos de pesquisa de saúde e biotérios, entre outros. São produtos químicos, medicamentos vencidos, seringas, agulhas, algodões etc.
Industrial: resultante dos processos industriais, são aparas e restos de materiais, lodos, subprodutos dos processos de fabricação etc.
Agrícola: produzido no campo pelas atividades agrícolas e pecuárias, são embalagens de agrotóxicos, adubos químicos etc.
Radioativo: rejeitos radiativos gerados, por exemplo, em laboratórios de análise de sangue, em usinas nucleares, etc.
Químico: de baterias de automóveis, aparelhos celulares, pilhas comuns etc.
O que fazer com alguns deles?
Restos de remédios: leve-os até o posto de saúde mais próximo.
Baterias de carros e de celulares: são feitas com produtos muito tóxicos que podem envenenar o ar, a terra e a água. O ideal é, ao comprar uma bateria nova, deixar a antiga na própria loja, que irá devolvê-la para o fabricante reprocessá-la.
Lâmpadas fluorescentes: contêm gases altamente perigosos, que podem até ser cancerígenos. Além disso, provocam a contaminação da atmosfera e do ambiente como um todo. Por isso, essas lâmpadas nunca devem ser quebradas e devem ser entregues para a coleta especial da prefeitura, se houver.
Óleo queimado de carro: deve ser entregue em postos de troca de óleo, que possuem um sistema de coleta e destinação adequado.
Óleo de cozinha: um litro desse óleo polui um milhão de litros de água. Por isso, guarde-o em garrafas PET e doe para instituições que fazem sabão ou biodiesel com ele. Se não for possível, deixe as garrafas com óleo em uma lixeira de lixo orgânico.
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No Brasil, legalmente, as prefeituras são responsáveis pela limpeza pública, que compreende a coleta, o transporte e a disposição do lixo domiciliar, comercial e dos espaços públicos. A coleta de resíduos sólidos urbanos atinge a quase totalidade das residências. É na destinação final desses resíduos que se localiza o principal problema a ser resolvido.
Depois de coletado, o lixo pode ter vários destinos, e isso depende da estrutura de cada município. Os lixões são a alternativa mais comum - e a pior - nas cidades brasileiras. Infelizmente, uma parte do lixo nem é coletada, e sim jogada nos rios, mangues, áreas de mananciais, córregos, terrenos baldios e nas ruas. Isso acontece porque há lugares onde os caminhões coletores não conseguem entrar. Mas também pode ocorrer por descuido com o meio ambiente, desrespeito com as pessoas e desconhecimento sobre os problemas gerados.
Algumas definições
Aterro controlado: O lixo é depositado no solo e geralmente recoberto por uma camada de terra ou entulho. Não há impermeabilização da base do solo nem tratamento dos gases ou do chorume.
Aterro sanitário: O lixo é colocado sobre uma camada de material impermeável que protege o solo, com drenagem de gases e de chorume. É o modo mais avançado de fazer a disposição final de resíduos. O gás pode ser reaproveitado como combustível, e o tratamento dado ao lixo mantém a firmeza do terreno, possibilitando outros usos no futuro.
Lixão: É uma forma inadequada de descartar o lixo. Nele os resíduos são depositados sobre o solo, a céu aberto, sem medidas de proteção ao ambiente ou à saúde pública.
O problema do chorume
A decomposição da matéria orgânica acumulada gera um líquido escuro, de cheiro desagradável, com alto potencial poluidor - o chorume. A ação das chuvas e de nascentes pode arrastar substâncias perigosas dos resíduos industriais e de serviços de saúde, contaminando os solos, os rios e as águas subterrâneas.
Impactos dos resíduos
Proliferação de ratos e insetos transmissores de doenças, como baratas e o mosquito da dengue.
Contaminação das águas e do solo.
Poluição do ar devido à queima ou mesmo à decomposição, incluindo impactos que vão desde o mau cheiro até contribuição para o efeito estufa.
Poluição visual e impactos na paisagem.
Enchentes devido ao entupimento de bueiros e tubulações.
Deslizamentos devido ao acúmulo de lixo em encostas.
Elevadas despesas municipais com a limpeza de ruas e logradouros, transporte e destinação adequada do lixo.
Dificuldade de obter áreas apropriadas para destinação final. Além disso, a construção de aterros sanitários implica a devastação de amplas áreas e exige terreno firme, com baixa declividade e solo argiloso, distante de áreas de conservação ambiental e de centros urbanos; acesso facilitado e lençol freático profundo. As possibilidades de usos posteriores ficam bastante comprometidas.
Destinação inadequada de resíduos perigosos, como os químicos e os provenientes de serviços de saúde, que no Brasil somam 19.226 toneladas/dia.
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Três atitudes muito simples e práticas diminuem os problemas que o lixo traz para todos: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.
Praticar os 3 R's:
diminui a exploração de recursos naturais;
reduz o consumo de energia;
diminui a poluição do solo, da água e do ar;
prolonga a vida útil dos aterros sanitários;
diminui os custos da produção, com o aproveitamento de recicláveis pelas indústrias;
diminui o desperdício;
diminui os gastos com a limpeza urbana;
amplia a criatividade e a possibilidade de fazer arte;
cria oportunidade de fortalecer organizações comunitárias;
gera emprego e renda pela comercialização dos recicláveis.
Reduzir
A propaganda e o nosso modo de vida valorizam o consumo do novo, do descartável e do supérfluo. Atualmente, por exemplo, os eletrodomésticos modernos têm uma vida útil programada não superior a dez anos, fazendo com que muitos produtos sejam descartados mais rapidamente e que sejam necessários mais recursos naturais para produzir novos aparelhos. As embalagens, por sua vez, assumem extrema importância nesse contexto. A primeira matéria-prima utilizada em maior escala para a produção de embalagens foi o vidro, por volta do século 1º depois de Cristo.
O uso de metais como o cobre, o ferro e o estanho ocorreu na mesma época, mas somente no início do século 20 esses materiais começaram a ter um papel importante na produção de embalagens. Os enlatados de alimentos apareceram por volta de 1830, e, em 1959, a cerveja começou a ser vendida em latas de alumínio. O plástico foi desenvolvido depois da Segunda Guerra Mundial, em 1945. Por essa época, no Brasil, poucos produtos eram comercializados em embalagens - a maior parte era vendida a granel, pesada no balcão e embrulhada em papel ou guardada em sacos de papel.
O crescimento da produção de embalagens provocou o aumento vertiginoso da produção de lixo. Atualmente, as embalagens descartáveis e não degradáveis representam uma média de 33% do volume dos resíduos sólidos coletados. O consumo brasileiro per capita de plástico, por exemplo, é de 23 quilos por ano.
O desperdício é um grande gerador de resíduos e decorre de fatores como: falta de planejamento, descuido, quantidade inadequada das embalagens, desregulagem de equipamentos, ignorância ou falta de preocupação com os custos ambientais, e outros fatores.
Reduzir o consumo de supérfluos, descartáveis, embalagens etc. e eliminar os desperdícios significa mais que economia de dinheiro. Possibilita economizar bens da natureza e espaço em depósitos de lixo, além de demonstrar consciência e responsabilidade ambiental. Exemplos de redução de lixo e de consumo responsável:
Preferir comprar qualquer produto que tenha embalagem retornável - refrigerantes em garrafas de vidro, por exemplo.
Recusar os produtos de difícil reciclagem, como isopor, caixas do tipo longa-vida, celofane, papel aluminizado etc.
Evitar empacotamentos desnecessários, levando ao supermercado ou feira a própria bolsa de compras.
Comprar sempre produtos duráveis e resistentes.
Preferir alimentos frescos, não embalados.
Aproveitar integralmente os alimentos como folhas, talos e sobras da panela para fazer bolinhos e tortas.
Planejar bem as compras para não haver desperdício.
Assinar jornais e revistas em conjunto com outras pessoas.
Evitar produtos descartáveis.
Sempre que possível, substituir o papel comum por papel reciclado.
Utilizar pilhas recarregáveis ou alcalinas, que poluem menos.
Recusar folhetos de propaganda que não forem de seu interesse.
Racionalizar o consumo de papel.
Preferir comprar os produtos que tenham refil.
Reutilizar
Reutilizar é prolongar a vida útil dos produtos em sua função original ou adaptada. Há diversas utilidades para materiais que poderiam virar lixo. Um pote plástico pode servir para acondicionar alimentos ou para fazer arte, por exemplo.
Antes de jogar algo fora, é importante refletir se pode ser conservado ou consertado. Ou, ainda, se alguém pode aproveitar o que é considerado como "lixo".
Algumas orientações
Restaurar e conservar antes de jogar fora.
Doar roupas, móveis, aparelhos domésticos, brinquedos etc. que possam ser reaproveitados por outros.
Levar o lanche ou almoço em um recipiente que possa ser lavado e reutilizado.
Vender no ferro-velho os aparelhos quebrados, ou doá-los ou desmontá-los, reaproveitando-se as peças.
Guardar, mesmo que não tenham uso imediato, caixas de papelão ou de plástico, pois são sempre necessárias.
Reutilizar embalagens de presente, potes de vidro e envelopes de plástico ou de papel.
Separar e reutilizar embalagens de presente, potes de vidro, caixas de ovos, papel de embrulho etc.
Usar o outro lado das folhas de papel já utilizadas para rascunhos e blocos de anotação.
Reutilizar envelopes, colocando etiquetas adesivas sobre o endereço do remetente e do destinatário.
Aproveitar os resíduos para fazer arte e artesanato.
Reciclar
A reciclagem caracteriza-se pela transformação de certos materiais - como plásticos, vidros, papéis e metais - em matérias-primas para a produção de coisas novas. A transformação de matéria orgânica em composto, por exemplo, também é uma forma de reciclagem. Outra iniciativa bastante simples é a reciclagem de papel artesanal. Estas duas últimas atividades podem ser facilmente feitas em escolas ou até nas casas dos alunos.
A reciclagem reinsere na cadeia produtiva os materiais que utilizamos e reorganiza nossa cultura para a responsabilidade ambiental. É importante destacar, contudo, que todos os processos de reciclagem também resultam em algum tipo de poluição, além de consumir recursos como água e energia. Assim, a reciclagem deve ser entendida como um complemento das ações de redução e de reutilização, e não servir para ocultar as reais causas do problema do lixo: o desperdício, o incentivo ao consumo desenfreado e o desgaste dos locais de onde são extraídas as matérias-primas.
Os 3 R's devem ser utilizados nesta ordem: primeiro se Reduz para depois se pensar em Reutilizar e Reciclar.
Antes de comprar:
Prefira produtos que não danifiquem o meio ambiente.
Exija produtos de melhor qualidade e mais duráveis.
Só aceite produtos que não se utilizem de publicidade enganosa, abusiva ou desrespeitosa.
Principalmente, verifique qual a real utilidade dos produtos antes de comprá-los.
Além disso:
Não deixe que a publicidade manipule sua liberdade de escolha.
Habitue-se a lavar o que utiliza. Senão, quase tudo precisa ser descartável.
Compartilhe suas coisas com os outros, um hábito muito saudável.
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A maior parte do lixo urbano brasileiro é formada por matéria orgânica. Quase a metade do que se joga fora são restos de alimentos, que podem ser usados para compostagem. Não utilizá-los resulta no desperdício de nutrientes que poderiam enriquecer o solo.
A compostagem transforma o lixo orgânico em composto orgânico, que pode ser usado como adubo em hortas e jardins. Mesmo em um pequeno quintal ou varanda, é possível preparar o composto, com pouco esforço e custo mínimo.
Como fazer uma composteira:
1. Escolha um canto, de preferência com sombra. Para montar a composteira, devem ser usados materiais como bambu, madeira velha, tela de galinheiro, blocos ou tijolos ou até mesmo um balde grande com furos.
2. Devem ser separados folhas, sobras de comida (menos carne), de farinha, galhos, palitos, serragem, borra de café, flores murchas, cascas de frutas e legumes, saquinhos de chá, grama cortada, cascas de ovos, esterco, bagaço de cana e qualquer outro resto orgânico.
3. Ponha esses materiais na composteira, cobrindo-os com folhas secas ou poda de grama, serragem, esterco seco, até que não dê para ver os restos de alimentos embaixo.
4. O monte precisa ser regado para umedecer esta camada de cobertura mais seca e deve ser protegido da chuva com tábuas, telhas ou plástico.
5. A cada 4 ou 5 dias, o monte deve ser arejado, passando-se todo o material de um lado para o outro com uma pá. O material vai esquentar, mostrando que a decomposição está acontecendo. A qualquer momento, podem ser colocados mais restos na composteira, repetindo-se a etapa 3 até encher seu recipiente. Quando isso ocorrer, interrompa a adição de materiais e apenas misture com a pá, acrescentando folhas secas ou serragem quando perceber excesso de umidade.
6. Entre 2 e 3 meses, o monte deve ter murchado pela metade. E estará pronto para ser usado quando tiver cor marrom-café e cheiro agradável de terra, não der para distinguir os restos e não esquentar mais, mesmo após o revolvimento.
7. Fungos, tatuzinhos, besouros, minhocas e outros bichinhos inofensivos estarão trabalhando para decompor o material. Quando o composto estiver pronto, deverá ser peneirado antes, devolvendo ao monte os materiais orgânicos mais grossos. Na hora de peneirar, os restos de outros materiais, como plásticos e vidros, devem ser retirados.
8. Você já podem adubar as plantas com esse composto e começar tudo de novo!
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Coleta seletiva pode ser entendida como um sistema de descarte e recolhimento de resíduos recicláveis para destiná-los às industrias que os trituram ou derretem, transformando-os em matéria-prima novamente.
A coleta seletiva pode ser:
Porta-a-porta: os materiais recicláveis são previamente separados e colocados, em dias determinados, para ser recolhidos das residências;
Sistema PEV - Postos de Entrega Voluntária: são instalados recipientes em vias públicas de grande circulação, ou onde for possível, para recolher os materiais recicláveis levados pela população.
Para fazer a coleta seletiva, há duas formas de separação. Pode haver um coletor para os materiais recicláveis (plásticos, papéis, vidros e metais) e outro para o lixo comum (orgânicos e não recicláveis).
É possível também encontrar coletores para cada um dos tipos de materiais:
AZUL: papel
VERMELHO: plástico
VERDE: vidro
AMARELO: metais
MARROM: lixo orgânico
CINZA: lixo comum
É fundamental garantir previamente a colocação ou venda do material coletado. Verifique no link http://www.cempre.org.br/serv_pesquisa.php?codeps=fHx8fHx8fHwz se há algum programa ou iniciativa de coleta seletiva em seu bairro ou cidade. Se houver, separe papéis, vidros, metais e plásticos para entregá-los ao programa de coleta seletiva do seu bairro ou da sua cidade. Se não houver nenhum programa como este, dê os materiais para os catadores ou venda-os para os comerciantes de sucata.
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Água - é possível reduzir e reutilizar
Feche a torneira quando escovar os dentes.
Feche a torneira quando esfregar a louça ou o carro.
Não deixe torneiras pingando.
Desligue o chuveiro quando se ensaboar ou passar xampu.
Lave as calçadas com balde ou usar a vassoura, em vez de usar a mangueira de água.
Acumule uma quantidade de roupas para lavar na máquina.
Fique no banho somente o tempo necessário, economizando eletricidade e água.
Quando for preciso lavar quintais e calçadas, reutilize a água que sai da máquina de lavar.
Eletricidade - reduzir é fácil
Quando não estiver muito frio, coloque a chave de temperatura do chuveiro na posição "Verão", com o chuveiro desligado.
Junte a maior quantidade possível de roupas para passá-las de uma só vez.
Coloque a geladeira e o freezer em locais bem ventilados, longe do fogão, do aquecedor e de áreas expostas ao sol. Evite, também, abrir a porta da geladeira.
Sempre apague a luz nos ambientes que estiverem desocupados.
Desligue o aparelho de televisão se ninguém estiver assistindo.
Ar-condicionado: escolha um modelo adequado ao tamanho do ambiente; proteja a parte externa da incidência do sol, sem bloquear as grades de ventilação; e mantenha as janelas e portas fechadas quando o aparelho estiver funcionando. Desligue-o quando o ambiente estiver desocupado e evite o frio excessivo, regulando o termostato. Limpe regularmente os filtros para manter a circulação de ar.
Evite benjamins ou "Ts" - quando mal fixados ou com carga excessiva, as tomadas esquentam e desperdiçam energia elétrica.
Fique atento à fiação da residência. Os fios devem estar bem encapados, isolados e emendados, para não desperdiçar energia elétrica.
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